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terça-feira, 26 de julho de 2011

[ENTRADAS] A divisão logo na 1.ª Classe

Os dois lados do mundo

"Foi então que eu reparei que os pés dos meus colegas, em grande parte, estavam descalços. Vi os seus pés pousados no chão e percebi que a turma se dividia em duas metades – os que tinham e os que não tinham sapatos." Era a escola de Lídia Jorge, no seu tempo. Trata-se de um depoimento solicitado para a Exposição "O Dia dos Prodígios. Lídia Jorge. 30 anos de Escrita Publicada", entre 11 de dezembro de 2010 e 31 de março de 2011, no Convento de Santo António dos Olivais, em Loulé. Aí foi colocado em mural.

  • Os dois lados do mundo. A entrada de hoje - ler  aqui

segunda-feira, 25 de julho de 2011

[ENTRADAS] Recordar Sophia

Das nossas vidas,
acerca do ensino em 2009
e Theatrum mundi


Além de registos nas páginas autónomas Teses (designadamente "O Desencanto Utópico ou o Juízo Final: um estudo comparado entre A Costa dos Murmúrios, de Lídia Jorge, e Ventos do Apocalipse, de Paulina Chiziane" - tese de doutoramento de Debora Leite David (Universidade de São Paulo, 18 de março de 2011), e Crítica ("A Costa dos Murmúrios de Lídia Jorge - Inquietação Pós-Moderna", de Maria Manuela A. Lacerda Cabral, in Línguas e Literaturas - Revista da Faculdade de Letras da Universidade do PortoXIV, 1997, pp 265-287), deram hoje entrada neste blogue, os seguintes textos datados:
  1. Das nossas vidas, depoimento de Lídia Jorge sobre Sophia - ler  aqui
  2. Educação: os critérios da excelência, intervenção sobre  estado da ensino (2009) - ler → aqui
  3. Theatrum mundi, leitura crítica de Jorge Listopad sobre "O Dia dos Prodígios"- ler → aqui

domingo, 24 de julho de 2011

[ENTRADAS] Portugueses, Nomes do Mar

Uma história de periferia

Entrou neste blogue o texto de uma  intervenção de Lídia Jorge (Gulbenkian, 2006), sobre tema atualíssimo:
  • Uma história de periferia"Na verdade, para os portugueses, assumir que ao longo dos séculos se transformaram em Nomes do Mar, não significou apenas conviver, viver, presenciar, usar e cruzar o mar. Significou muito mais do que isso, significou sobretudo o seu oponente, um limite, uma fronteira real e concreta que a todo o momento foi necessário destronar para sobreviver" - Ler +   aqui

    sábado, 23 de julho de 2011

    [ENTRADAS] Um livro de estreia

    O Trompete de Miles Davis

    Entrou neste blogue o texto da apresentação, por Lídia Jorge, do livro de Francisco Duarte Azevedo, "O Trompete de Miles Davis". Ler → aqui

    quinta-feira, 21 de julho de 2011

    [ENTRADAS] Projeto TEIA e acerca dos motards...

    O arco do amor
    e Cavalo de fogo


    Entraram neste blogue dois textos datados de Lídia Jorge:
    1. "O arco do amor", uma nota destinada ao Projeto TEIA do Teatro Nacional D.Maria II , na sessão de 14 de junho de 2011 (coordenação de leitura Ivo Canelas, com Dinarte Branco, Ivo Canelas, Margarida Cardeal e Rita Lello) - ler  aqui
    2. "Cavalo de fogo", um original publicado na revista Tempo Livre (março, 1993) e cujas fotocópias têm corrido por entre os motards - ler → aqui